Fez a ponte entre a secção de xadrez do Estrela e Vigorosa Sport do Pedro Baixinho Rodrigues e a turma dos domingos do GX Porto (2008/09). Tentou seguir a AG da FPX, mas não correu bem (2009). Aguardou melhores dias com os olhos postos nos Apaxes En Passant (10-10-10/2012). Entre 10-2014 e 10-2015, foi o ponto de encontro virtual da aventura xadrezística da Carolina, do Simão, da Beatriz e do Fernando. Agora serve de apoio às "Torres de Loulé" (facebook.com/xadrezloule)
Aqui numa versão recente, Le chant des partisans foi uma das músicas mais famosas entre a Resistência, o movimento francês que, durante a II Grande Guerra, continuou a lutar contra a invasão alemã, após a capitulação.
A música era tão popular que, depois da Guerra, foi proposta como hino nacional francês e, durante algum tempo, rivalizou com a Marselhesa.
Grândola, vila morena foi composta como homenagem à "Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense", onde no dia 17 de Maio de 1964, José Afonso fez uma actuação. É nessa actuação que o cantor conhece o guitarrista Carlos Paredes, ficando impressionado com "o que esse bicho faz da guitarra!" (expressão do próprio José Afonso numa carta aos pais).
José Afonso fica também impressionado com a colectividade: um "local obscuro, quase sem estruturas nenhumas, com uma biblioteca com claros objectivos revolucionários, uma disciplina generalizada e aceite entre todos os membros, o que revelava já uma grande consciência e maturidade políticas".
Esta canção tornar-se-á famosa ao ser escolhida como senha para a revolução do 25 de Abril. Houve duas senhas. A primeira, às 23h, foi a música "E depois do adeus", de Paulo de Carvalho. Grândola, que foi a segunda, passou no programa "Limite" da Rádio Renascença às 0.20h do dia 25. Foi o sinal para o arranque das tropas mais afastadas de Lisboa e a confirmação de que a revolução ganhava terreno. - ver
A transmissão da canção "E depois do Adeus", interpretada por Paulo de Carvalho, aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa, marca o ínicio das operações militares contra o regime. - ver cronologia do 25 de Abril
A partir das dezoito horas, Otelo Saraiva de Carvalho entrega aos elementos de ligação as «Instruções Finais» e o «Anexo de Transmissões», em envelopes fechados e dissimulados no jornal A Época, operação realizada no Parque Eduardo VII. Entrega ainda alguns emissores receptores, destinados a equipar as unidades que não dispunham de aparelhos apropriados para entrarem nas redes de transmissão previstas.
(...)
Álvaro Guerra é o elemento de ligação com Carlos Albino (ambos jornalistas do diário República), a quem pede a transmissão da canção «Venham mais Cinco» no Limite de 25 de Abril. Carlos Albino pede a Álvaro Guerra para devolver a resposta de que tal canção estava proibida pela censura interna da Renascença embora a censura oficial a tolerasse. Sugeridas alternativas, entre as quais e à cabeça, a canção «Grândola». - ver Diário do 25 de Abril - 23/04/74
Segundo o portal Conexão Tocantins, no Estado de Tocantins, O deputado José Geraldo (PTB) apresentou, na manhã desta terça-feira, dia 9, um projeto de lei que propõe a criação do programa “Xadrez na escola: formando mentes que pensam”. O autor da matéria esclarece que o projeto visa promover um jogo que “é utilizado na educação, porque auxilia no desenvolvimento de algumas características do pensamento cognitivo como abstração, memorização, raciocínio lógico, dedução e indução”.
A proposta estabelece que as Diretorias Regionais de Ensino (DREs) da Secretaria de Educação apóiem as escolas da rede estadual com material, cursos de formação para educadores e torneios interescolares. Os professores envolvidos serão remunerados com o pagamento das horas-aula trabalhadas.
Segundo José Geraldo, o “xadrez na escola” é um projeto defendido por educadores, professores, psicólogos. “Nossa intenção é abrir um espaço para a prática desse jogo deixando que a vontade de melhorar o desempenho do raciocínio possa contagiar professores e alunos”, argumenta o deputado.
Também no Estado de S. Paulo foi apresentado um projecto de lei semelhante, baseado, de acordo com o site da Prefeitura de Apiaí, numa proposta da professora Janice Corrêa Prestes, idealizadora do “Xadrez na Escola: Formando Mentes que Pensam”, projeto inspirado em uma ação que a EE “Profª. Antonia Baptista Calazans Luz” desenvolve desde 2003 “Batalha do Conhecimento – Prazer em Aprender” e posteriormente estendido para as unidades Cemae e Escola Municipal “Honorina de Albuquerque”.
(...) [Neste caso, o projecto foi da autoria de Carlos Giannazi], professor formado em pedagogia e história, diretor de escola municipal, professor universitário, ativista de movimentos sociais (...)".
(...)
Numa visita à escola CEMAE, o deputado pôde conhecer o trabalho dos alunos Mestres Multiplicadores Voluntários do jogo de xadrez, projeto que poderá ter sua regulamentação a nível de governo como disciplina em todas as escolas públicas do Estado – o Projeto de Lei nº. 627 de 2008, de autoria de Giannazi tramita pela Assembléia Legislativa.
Este Projeto de Lei foi, entretanto, alvo de parecer favorável no passado dia 19, e pode ser consultado na caixa de comentários.
Em todo o caso, honra lhe seja feita, que está a tentar levar a bom porto uma medida que gostaria de ver por cá. E, por isso, aqui fica:
De acordo com a Wikipedia, o Partido Socialismo e Liberdade surgiu em 2004, resultante de dissidências do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, "e acolheu diversas tendências que haviam discordado de políticas do PT que tinham por conservadoras (muito especialmente a partir da Reforma da Previdência dos servidores públicos realizada no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva).
Ganhou projecção em 2005, após o "escandâlo do mensalão" e "abriga diversas correntes de esquerda, algumas delas trotskistas e eurocomunistas", tendo, aparentemente, uma organização à Bloco de Esquerda, já que "O PSOL constitui-se como uma partido de tendências, abrigando diversas correntes internas como, por exemplo, a Ação Popular Socialista (considerada por alguns políticos e criticos internacionais como de extrema-esquerda), o Enlace Socialista, as dissidências do PSTU Corrente Socialista dos Trabalhadores, o Movimento Esquerda Socialista, o coletivo Revolutas, o Poder Popular, o Coletivo Socialismo e Liberdade e a corrente Socialismo Revolucionário".
E do site pessoal do deputado estadual professor Carlos Giannazi, onde impera o slogan "Um professor em defesa da educação": Professor formado em Pedagogia e História, com mestrado em História e Filosofia da Educação pela Universidade de São Paulo (USP), e eleito para exercer o seu primeiro mandato parlamentar em 2000 — como vereador da cidade de São Paulo (reeleito em 2004) —, Carlos Giannazi foi eleito deputado estadual em 2006 pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e entrou na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo lastreado por um longo histórico de lutas em prol da melhoria da Educação. Essas reivindicações estão baseadas firmemente na sua experiência e atuação como diretor de escola municipal, professor universitário, ativista de movimentos sociais e, principalmente, defensor da abertura de novas vagas nas escolas públicas, da gratuidade e da qualidade de ensino para todos.
Logo em seu primeiro ano de atividade parlamentar (ainda pelo PT), Giannazi presidiu uma das mais polêmicas Comissões Parlamentares de Inquérito da Câmara Municipal: a CPI da Educação, tendo sido esta a primeira (e única) a pedir a suspensão dos direitos políticos dos ex-prefeitos Paulo Maluf e Celso Pitta (e de seis ex-secretários de suas administrações) por não terem investido a verba da Educação prevista em lei. (parece estar relacionado com o incumprimento do Orçamento Participativo que se começa a falar agora por cá - no site tem um vídeo sobre esta Comissão).
A Comissão Parlamentar de Inquérito denunciou ainda, à época, um desvio de R$ 1,6 bilhão referente ao não cumprimento do orçamento da pasta da Educação nestas duas gestões e averiguou, também, sérios indícios de superfaturamento nas reformas e construção de escolas da rede municipal de ensino. Foi também a primeira CPI a investigar e denunciar as ‘escolas de latinha’, que apresentavam condições inapropriadas para o desenvolvimento do processo de ensino e de aprendizagem. Carlos Giannazi sempre esteve ao lado da comunidade escolar, combatendo duramente o descaso das administrações com as áreas social e educacional, principalmente nas gestões Maluf e Pitta. Foi nessa época que ele organizou o movimento que processou, por improbidade administrativa, o ex-secretário municipal da Educação Sólon Borges dos Reis pela compra superfaturada (e sem licitação) de fitas cassetes com os hinos pátrios. O então vereador também encaminhou vários projetos de lei, como o que limita o número de alunos por sala de aula (aprovado na Câmara mas vetado pelo executivo), o que institui transporte gratuito para alunos matriculados em escolas distantes de suas casas e o que implementa o conceito de "Escola Cidadã" (...) que permite, por meio de financiamento público, a abertura e o funcionamento das escolas municipais de ensino para que funcionem como órgãos fomentadores de atividades esportivas, de lazer e culturais nos finais de semana.
Uma última referência à sala de aula Chico Buarque de Hollanda, montada num edifício devoluto, que pode ser que venha a ter xadrez brevemente, seja o Projecto aprovado:
"Na sua carreira de diretor de escola municipal, ele desmoralizou e mostrou as contradições políticas e demagógicas da política educacional do governo Fernando Henrique Cardoso (1995/2002), que em seus dois mandatos como presidente da República pouco investiu em educação pública. Na assertiva de demonstrar a burocracia e a distância entre o discurso e a prática, Giannazi, como diretor de escola, matriculou mais de 600 crianças na escola em que atuava atendendo ao ‘apelo’ público de FHC ao lançar a campanha nacional “Toda criança na Escola”. Como não havia mais vaga disponível em sua escola, ele exigiu, da União, a anexação a EMEF Miguel Vieira Ferreira de um imóvel do INSS, que encontrava-se desativado, localizado ao lado da unidade escolar. Depois de muita mobilização popular o governo federal viu-se forçado a entregar o prédio à comunidade e a iniciativa do professor fez com que centenas de crianças da região de Cidade Dutra, bairro onde se encontra a escola até hoje, tivessem o direito a uma vaga para estudar."
Entretanto, voltando ao site da Prefeitura de Apiaí, aquela visita de que se fala no início do post terminou com uma conferência na Escola Municipal “Honorina de Albuquerque”, Bairro Alto da Tenda, (...) numa mesa composta pelo diretor da Rádio da Cidade, Valter Luiz Araújo, delegado de polícia Valmir Oliveira Barbosa, presidente do Psol local Fábio Fagundes, ex-prefeito Dr. Luiz Alencar, vereador eleito Geraldo Cássio Borges, deputado Carlos Giannazi, prefeito eleito Dr. Emilson Couras da Silva e vice-prefeito eleito Dr, Raul Alencar, a diretora da EE “Profª. Antonia Baptista Calazans Luz”, professora Sueli Martins, deu boas vindas aos presentes. Diante de um grande público formado por alunos, servidores da educação e convidados, (...) Todos os integrantes da mesa fizeram pronunciamentos em defesa da Educação e parabenizaram a professora Janice pela idealização do Projeto Xadrez que poderá levar o nome de Apiaí à grande destaque estadual, nacional e até internacionalmente.
Este blogue não é grande veículo nem a proposta é tão boa como a sua aprovação, mas, para já, Apiaí e o Projecto "Xadrez na Escola: Formando Mentes que Pensam", já marcam presença deste lado do oceano.
Xadrez em todas as escolas... Que deputado terá perfil para ser o José Geraldo ou o Carlos Giannazi português?
que merece leitura integral apesar de destacar as seguintes passagens:
- "No passado dia 9/8, durante a 1ª sessão da fase preliminar do Camp. Nacional Indiv. Absoluto, na Amadora, a Sra. Maria Armanda entendeu não cumprimentar a Ana Baptista, a recente campeã nacional feminina. A própria Ana ficou estupefacta com tal atitude, desconhecendo o que teria passado pela cabeça da Sra. Maria, para não lhe dirigir a palavra. Já não bastava não a ter felicitado pelo seu feito desportivo, agora ignora-a."
- "Não se conhecem as razões que terão levado a Sra. Maria Armanda Plácido, que é uma jogadora de xadrez e uma dirigente associativa, a agir daquela forma. A senhora, concentra em si mesma, os cargos de Presidente da Direcção da Associação de Xadrez de Lisboa e Vice-Presidente da Direcção da Federação Portuguesa de Xadrez. Não é, por isso, nem uma pessoa nem uma dirigente qualquer, acumula dois cargos de elevada responsabilidade na modalidade. Por isso, em qualquer posição em que se coloque, evidencia-se sempre, a sua qualidade de dirigente que presumia uma impoluta conduta social."
- "A Sra. Maria Armanda Plácido, enquanto jogadora e dirigente distrital e nacional do xadrez não está em condições de exercer com isenção, equidade e independência um cargo de elevada responsabilidade que lhe confere a posição de capitã da selecção nacional olímpica feminina em que foi nomeada pessoalmente pelo Presidente da FP Xadrez. Como vai a capitã da selecção nacional olímpica feminina dialogar na Alemanha com uma jogadora – e logo a campeã nacional feminina e actual jogadora nº 1 do ranking nacional, a confirmar na próxima Lista Elo FIDE de Outubro2008 – quando em Portugal não lhe dirige a palavra?O Xadrez e a FP Xadrez estão a 90 dias [*] de levar às Olimpíadas de Dresden uma selecção olímpica feminina que se fosse verdadeiramente nacional representava o País, mas parece que está apenas, aparentemente, interessada em fazer viajar uma dirigente que tem mostrado vocação para as viagens, mas incapacidade de se relacionar com jogadoras da selecção olímpica e com um passado que a não dignifica, como se pode comprovar na única situação em que foi chamada a exercer um cargo semelhante – capitã de uma equipa B – num clube desportivo. Como se pode então manifestar confiança na sua pessoa quando, segundo informação publicada no fórum Lusoxadrez e não desmentida, um abaixo-assinado subscrito pela totalidade das jogadoras que disputou recentemente o Campeonato Nacional Feminino solicita a sua substituição, como 5º tabuleiro, quando é simultaneamente, a capitã da própria selecção."
- "Nas circunstâncias actuais, descritas neste documento, considero um insulto ao xadrez português a integração da Sra. Maria Armanda Plácido, na selecção nacional olímpica feminina como jogadora – embora isso tenha a ver com a aplicação de regulamentos que permitem seleccionados de duvidosa valia técnica e desportiva representarem o país – e como capitã."
- "Isto é, as jogadoras de xadrez que conhecem bem a sua força de jogo sobre o tabuleiro, comentaram entre si e puseram em causa a sua capacidade e competência de jogadora de xadrez que também é capitã da equipa de representar o nosso país, na selecção olímpica, mas a Vice-presidente da Direcção da FP Xadrez não consegue compreender o que se está a passar e vislumbrar o seu alcance. É deveras elucidativo!"
- "Não pretendi, nestas linhas, como nunca o pretendi sempre que me dirigi a si – sempre numa qualquer qualidade de dirigente desportiva – ofuscar-lhe a imagem, a dignidade ou a consideração pessoais. Mas, quando escolhe ocupar um cargo público, expõe-se, de imediato e publicamente, abrindo-se ipso facto, à crítica e ao comentário do escrutínio público. Mas, não posso deixar caucionar o direito da liberdade de opinião e da liberdade de expressão que um cidadão livre de um país livre deve poder dispor, só porque alguém se amofina com algum reparo singular."
- "Por tudo o que foi dito, Sra. Maria Armanda Plácido coloque os seus lugares de jogadora e de capitã da selecção nacional olímpica feminina à disposição da Direcção da FP Xadrez para que esta possa com lucidez, competência e rigor técnico e desportivo, que se exigem, evitando desta forma, manipulações grosseiras de critérios, como foi o caso presente, escolher outra pessoa que ofereça outras garantias mais consentâneas com o seu valor sobre o tabuleiro e outra capitã que demonstre seriedade, isenção e justiça, princípios que a senhora manifestamente não apresenta como o abaixo-assinado referido comprova."
Voltarei ao tema mais logo ou amanhã.
Banda sonora dedicada aos amigos Ricardo Garcês e Pedro Teixeira que nas viagens de e para Guimarães apanharam uma barrigada tal de Sérgio Godinho, Zeca Afonso e afins que ainda agora devem estar a ressacar :P
A inauguração da Festa do Avante! representa o movimento de abertura no tabuleiro do xadrez político que os comunistas vão jogar nas próximas semanas com o Governo socialista, a um ano de eleições autárquicas e legislativas.
Carvalhesa Por Ruben Carvalho (Julho 2001) no site do PCP
Em Março de 1985 a Comissão Política do CC do PCP criou um grupo de trabalho com o objectivo de se tentar criar um tema musical para a campanha eleitoral para as eleições legislativas desse ano e que desse identidade sonora às diversas manifestações, desde os carros de som até aos indicativos de tempos de antena.
A primeira ideia dessa equipa foi a de encontrar um tema de música tradicional portuguesa a que se pudesse dar um tratamento instrumental no estilo do que entretanto se começara a chamar MPP, Música Popular Portuguesa. Vivia-se então um momento de grande criatividade em termos de música popular, na esteira de Zeca Afonso e Sérgio Godinho, os trabalhos dos Trovante, de Júlio Pereira, de Fausto tinham criado uma sonoridade tão nova quanto portuguesa e que conseguia um resultado inteiramente surpreendente: conquistava público em todo o País e em todas as áreas culturais. Pelas suas raízes no folclore despertava eco nas audiências culturalmente fixadas em raízes e padrões rurais com a mesma facilidade com que desencadeava o entusiasmo de plateias juvenis que de bom grado trocavam a batida rock por surpreendentes linhas rítmicas bebidas em adufes e Zés-Pereiras.
(...)
O facto não é estranho. Como se afirma nas notas do «Cancioneiro», «a "Carvalhesa", dança de quatro laços, era, com a "Murinheira" e o "Passeado", o baile preferido da região. O instrumento tradicional a acompanhar estas danças era a gaita de foles». Ou seja, a «Carvalhesa» é essencialmente uma dança, para a qual se conhecem duas melodias, mas que poderá mesmo ter sido dançada com outras entretanto perdidas. Face às duas versões, Giacometti entendeu ser mais interessante a recolhida por esse compositor alemão que fora o ausente cicerone da sua descoberta de Portugal. E, página 217 do «Cancioneiro, tema 166, lá ficaria a «Carvalhesa» recolhida por Kurt Schindler.
O arranjo da «Carvalhesa» gravado em 1985 acompanhou a actividade política do PCP em sucessivas campanhas eleitorais, na Festa do «Avante!», cujos palcos sempre abre e encerra e dos quais se tornou verdadeiramente emblemática.